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Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou | Crítica


O Brasil está há alguns anos entrando no circuito de comédias românticas, influenciado pelo mercado no exterior. E acho que o mais importante disso é que os filmes estão com uma produção melhor e focando em boas histórias.

"Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou" é mais uma adaptação teatral para os cinemas, o que vem ocorrendo muito no Brasil e facilitando a união dessas duas artes.

No enredo, conhecemos Fernanda (Mônica Martelli), uma empresária de 39 anos que coordena uma empresa de organização de festas com seu amigo Aníbal (Paulo Gustavo) e tem apoio da amiga Nathalie (Daniele Valente). Apesar de ajudar com os "finais felizes" no trabalho, na vida real não é bem assim. 

Fernanda percebe que está cada vez mais difícil conseguir um namorado e mesmo com todas as rezas, crenças e superstições, nada acontece. Apesar de saber que a cada homem que ela conhece ela "já apaixona", sempre tem um detalhe que acaba com o relacionamento: um é um político que sai com uma mulher diferente por noite, outro que tem uma vida agitada e quer uma relação mais liberal e um alemão-baiano que acha que a melhor coisa a se fazer é desapegar das coisas materiais e viver pela natureza.

Aníbal e Nathalie são ótimos amigos para Fernanda, que apesar de falarem bobagens na maior parte do tempo, eles conseguem dar conselhos para a amiga e deixá-la um pouco mais confiante em seus relacionamentos. O problema é que Fernanda se deixa levar pelos homens que conhece e depois percebe que poderia ter dado uma segurada no relacionamento. O que ela demora um pouco para perceber é que o amor pode aparecer de repente, quando você nem espera.



O filme é uma ótima comédia romântica brasileira que traz uma história concreta e bem formulada, seguindo o roteiro de sua peça de teatro e complementando com um elenco de sucesso. Posso garantir que o filme é muito bom e vale as risadas das situações vividas por Mônica (principalmente quando ela está na Bahia) e claro, Paulo Gustavo e Daniele Valente trazem uma interação de amizade real na tela que apresenta uma verdade que o público gosta de conferir.

"Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou" já ultrapassou 1 milhão de ingressos vendidos em menos de um mês e é mais um exemplo para as comédias românticas brasileiras.

Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou | Crítica Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou | Crítica Reviewed by Lucio Pozzobon on quinta-feira, junho 19, 2014 Rating: 5
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