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Resident Evil 6: O Capítulo Final | Crítica

Acabo de assistir Resident Evil 6: Capítulo Final e após quinze anos acompanhando essa franquia só posso dizer que o final me satisfez. Valeu a pena acompanhar Alice em toda sua jornada de descoberta para salvar o mundo, e quem sabe, a si mesmo.


Em 'Resident Evil 6: O Capítulo Final', Alice é alertada pela Rainha vermelha (inteligência artificial da Corporação Umbrela) que existem menos de 5000 pessoas no planeta ainda não contaminadas pelo vírus e que em menos de 48 horas esse remanescente será extinto, acabando com toda a raça humana. Descobre também que o único antivírus que pode extinguir o T-virus encontra-se onde tudo começou, na Colmeia, em Raccoon City, e é pra lá que ela precisava voltar antes que seja tarde demais.

Temos o básico pra acompanhar Alice em sua empreitada final obliterando tudo em seu caminho. Logo no início temos aquele resumo dos filmes anteriores, caso você não lembre de algo ou não queira fazer a maratona de cinco filmes (estão todos na Netflix) pra chegar até aqui. Ali, Alice explica as origens do vírus, da contaminação e suas tentativas de derrubar a Umbrella e salvar o mundo.

Somos surpreendidos com a inserção de mais histórias de origem, acrescentando conteúdo numa trama que não é lá muito difícil de entender. Entretanto esse acréscimo é muito bem vindo e se encaixa perfeitamente na narrativa como um todo.

Falar mais que isso é estragar as surpresas do filme. Meio clichê essa frase, mas completamente verdadeira em sua essência. Tudo aquilo que gostamos está lá, exércitos incontáveis de zumbis, monstros geneticamente modificados em cada esquina, cachorros demoníacos zumbis maléficos e muita, muita ação. E quando digo muita, é muita mesmo.

Explosões sem fins, alguns sustos e muita tensão também fazem parte do pacote. Para os mais saudosistas, personagens já conhecidos da série estarão lá para surpresa de alguns e suspiros de “Eu sabia” por outros.

O 3D do filme não decepciona e sim, é um dos poucos 3D que realmente valem a pena nos últimos dias, onde tudo que é filmado mesmo que seja em preto e branco é convertido para 3D para assim, inflar um pouco mais o bolso da produtora com seus ingressos mais caros. Paul W. Anderson foi convencido por James Cameron a usar câmeras 3D na filmagem de Resident Evil 4: Recomeço e se saiu muito bem no caminho até aqui.

Após seis filmes, não podemos negar o sucesso dessa franquia que ao todo já faturou mais de US$ 900 milhões, mesmo com a recepção negativa da crítica em alguns deles, o grande retorno nas bilheterias trouxe Resident Evil até seu sexto capitulo. Como sempre digo, nunca deixe de ver algo por conta da crítica, leia as analises, mas tire a sua própria conclusão.

Minha expectativa estava nas alturas por este último filme (sou fanboy da Milla Jovovich e não nego meu amor por ela) e chegando ao fim, sai da cabine com um sorriso no rosto, ainda eufórico e com aquela sensação boa de quando somos surpreendidos.

Com tudo aquilo que gostamos, revelações inesperadas, um bom plot twist (esteja preparado) e um final digno Resident Evil: O Capítulo Final encerra a franquia de uma forma satisfatória para os fãs entregando tudo o que promete, um bom entretenimento.

A Sony Pictures liberou esse vídeo em que mostra Milla Jovovich fazendo um resumo da série e convidando-nos para o último filme. É bem legal.


Resident Evil: O Capítulo Final chega aos cinemas no dia 26 de Janeiro.

Resident Evil 6: O Capítulo Final | Crítica Resident Evil 6: O Capítulo Final | Crítica Reviewed by Marko Miller on segunda-feira, janeiro 23, 2017 Rating: 5

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