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Papa Francisco: Conquistando Corações | Crítica


Em 'Papa Francisco: Conquistando Corações' conhecemos a vida de Jorge Mario Bergoglio (Darío Grandinetti), que futuramente viria a ser o conhecido como Papa Francisco.

A narrativa mostra a vida do padre na Argentina a partir de flashbacks desde a adolescência, durante o seminário, ajudando pessoas a fugir da guerra, sua atuação como arcebispo e bastidores das reuniões do Conclave.

Além disso, conhecemos Ana (Silvia Abascal), uma jornalista espanhola que conheceu o padre Jorge durante uma pesquisa para o jornal que trabalha. Apesar de terem vidas muito diferentes, um ponto que ficou marcado no filme foi a amizade dos dois, que foi além das entrevistas. Ele batizou sua filha, esteve presente na despedida da mãe dela e falou com ela logo após sua posse como papa.


A mistura de detalhes do início de sua vida e as buscas de informações de Ana trazem uma nova visão sobre o Papa Francisco, que passa pela força em buscar seus objetivos, os riscos de ter opiniões fortes e o medo das votações do Conclave.

Apesar de Darío Grandinetti não ser muito parecido com o Papa Francisco, sua interpretação é muito boa e convincente. O filme traz belas paisagens de Buenos Aires, o que pode ser um bom "passeio" para quem não conhece a capital argentina.

Mesmo com uma personalidade religiosa, o filme vai além disso e acaba mostrando muito sobre os relacionamentos humanos e as dificuldades do trabalho comunitário. Uma grata surpresa que vale a pena ser assistida.

Papa Francisco: Conquistando Corações | Crítica Papa Francisco: Conquistando Corações | Crítica Reviewed by Lucio Pozzobon on quarta-feira, março 15, 2017 Rating: 5

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