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Mogli: Entre Dois Mundos | Crítica


'Mogli: Entre Dois Mundos' estreou hoje (07/12) na Netflix trazendo uma versão muito mais sombria da história que conhecemos graças à clássica animação da Disney e sua recente versão em live-action lançada em 2016.

Entretanto, enquanto com o filme da Disney somos conduzidos em uma viagem, colorida, repleta de músicas e alguns desafios, nessa versão da Netflix somos jogados em meio a uma selva densa e escura onde o suspense reina e o perigo espreita em cada canto.

Com Andy Serkis (o deus da captura de movimentos) na direção, não é de se espantar o primor em trazer os animais à vida com um tom de realismo absurdo. Tecnicamente o filme não erra, mas em seu desenrolar da história, pode se tornar cansativo para alguns, e não tão atrativo para outros.


A voz dos personagens é um ponto que merece palmas pela escolha do elenco: a pantera Baguera (Christian Bale); a cobra Kaa (Cate Blanchet); Akela, líder dos lobos (Peter Mullan); o Urso Baloo (Andy Serkis) e por fim o tigre Shere Khan com a voz inigualável de Benedict Cumberbatch. Cada voz cai como uma luva em seus respectivos personagens dando força e qualidade ao filme como um todo.


Visualmente belo, com uma trilha harmônica que embala suas quase duas horas de duração, um trabalho surreal de CGI e esse elenco maravilhoso dando voz à essa selva, 'Mogli: Entre Dois Mundos', não chega a ser surpreendente, mas ainda assim vale a pena ser visto.

Mogli: Entre Dois Mundos | Crítica Mogli: Entre Dois Mundos | Crítica Reviewed by Marko Miller on sexta-feira, dezembro 07, 2018 Rating: 5

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