Então eu fiz o que deveria ter feito desde o início. Fui aprender a andar. Se eu conseguisse andar, talvez a Mãe não sentisse tanta vergonha de mim. Talvez pudéssemos disfarçar o meu pé aleijado. Talvez eu pudesse sair de casa e ficar com o meu irmão, ou pelo menos ir onde ele estivesse, caso precisasse de mim. Foi isso o que aconteceu, embora não como pensei que seria. No fim das contas, foi a combinação das duas guerras - o fim da minha pequena guerra contra o Jamie e o início da grande guerra, a do Hitler - que me libertou. (p. 13) Dificilmente eu não consigo começar uma resenha, mas esse livro me deixou totalmente sem palavras. Apesar de ser um livro lindo, tanto a história quanto a parte gráfica, daqueles pra levar no coração, já nas primeiras páginas o leitor acaba entendendo duas coisas: 1) a história da Ada é triste e 2) você vai odiar a mãe dela. Em 'A Guerra que Salvou a Minha Vida' , da americana Kimberly Brubaker Bradley , lançado no Brasil pela Darksi…